Casa 263 propõe encontros artísticos no Circular

madalenasTendo como tema “A Cultura como Ponto de Encontro”, a Casa 263 abre as portas pela primeira vez ao público do Circular, neste domingo, 2 de abril, trazendo mais movimentação ao bairro do Reduto. A proprietária e idealizadora dessa iniciativa é Moema Britto, que desde 2015, produz deliciosas madalenas  baseadas em sabores próprios, retomando uma tradição europeia assimilada pelos paraenses.

Moema herdou a receita de sua mãe que adorava madalenas. Numa produção caseira incorporou sabores do bacuri, maracujá e rum, que permitem um sabor aveludado, rústico e intrigante.  E é claro que elas estarão presentes na programação desse domingo, iniciando às 10h, com exposição de fotografia pinhole. Ao longo do dia, haverá comidinhas para lanches e almoço. Além das Madalenas, quiches, pasta de beringela, Pirarucu de Casaca e bebidas diversas, incluindo o refrigerante, água mineral, sucos, cervejas e mojito.

A ideia da programação é provocar interação de autores com o público por meio de suas produções, como acessórios, alimentos, gravuras, livros, CD, onde os visitantes poderão circular e participar das diversas atividades, como os diálogos no Ponto de Encontro, que será realizado em três horários, com autores diversos.

A casa também convida o público a participar de ações com teatro, música e poesia.  Também haverá degustação, exposição e comercialização de alimentos no horário de funcionamento, das 10h às 19h. Da exposição e comercialização de produtos, participam: Patrícia Rabello: CD, Semijóias, Bonecas (Sala), Gutierrez: Gravuras (Sala), Veloso Dias Veveco: CD (Pátio), Nean Galúcio: CD (Pátio), Amaury Braga Dantas: Livros (Sala), Necy Bonfim: Livros (Sala) e Cunhã Porã: Camisas, bolsas, acessórios (Sala).

A Mostra de Fotografia Pinhole fica aberta durante todo o dia. Às 11h, o Ponto de Encontro discute: “A Cidade – Diálogo sobre a Arte Publicada”, com Amaury Braga Dantas – Autor premiado em literatura infantil e consagrado nas edições de seus romances “Cidades” sobre o período da borracha; “Maria Fumaça” sobre a Estrada de Ferro de Bragança e “Anjos da Escuridão”.

Iniciando a tarde, àsalexandre 13h, entra em cena a “Trupe de Palhaços Curativos”, uma intervenção no jardim para o quintal. Em seguida, às 15h, mais um Ponto de Encontro – “Arquivos da Mermória – histórias e estórias sobre a arte musicada”, do músico e poeta: Antônio Dias Veloso Veveco – Seus ensaios foram gravados tendo repercussão nacional, mas o conteúdo desse Ponto de Encontro versará sobre a genialidade de sua produção musical onde o autor estará cantando e contando sua história e suas estórias.

Vai ter música, às 17h, com a apresentação do saxofonista Alexandre Pinheiro, músico consagrado que integra o Amazônia Jazz Band e, desde sua criação o Cumbuca Jazz. E que delícia, o pocket será no Quintal em baixo de uma Samaumeira.

No finalzinho da tarde, às 18h, o último  Ponto de Encontro –  “Quando eu soltar a minha voz – Conversa com quem gosta de cantar”, com Nean Galúcio e Patrícia Rabelo. Músicos de carteirinha e de renome em festivais, Nean e Patrícia, intérpretes renomados, neste Ponto de Encontro dialogarão com o público sobre a arte de seu canto e sua trajetória, nesta terra em que fervilha musicalidade.

Iniciando a noite, às 19h, vocês conferem o  “Recital de Música e Poesia” com Nean Galúcio / Patrícia Rabelo / Carlos Guthyerrez – Voz. Júnior Guimarães – Violão, e o Sarau de Poesia, por Necy Bonfim.