Circular quer realizar mais em 2017

15621799_555901761274663_3719067228394605812_nO Circular Campina Cidade Velha existe com o engajamento do público e dos parceiros empreendedores e artistas que participam do projeto, e busca, junto aos gestores públicos, que sejam realizadas melhorias nas áreas de limpeza, iluminação, segurança e manutenção do patrimônio histórico arquitetônico, praças e vias públicas no Centro Histórico de Belém.

Em três anos, o projeto conseguiu firmar seu nome, ganhar visibilidade e conquistar importantes parceiros. Projeto da sociedade civil, onde cada cidadão que participa circulando nas edições, fazendo doações via Rouanet são parceiros indispensáveis para a legitimação do projeto, que recebeu aprovação da Lei Rouanet, patrocínio do Banco da Amazônia, apoios institucionais como o Iphan, da Universidade Federal do Pará, da Polícia Militar, Funtelpa – Cultura Rede de Comunicação, Imprensa Oficial e também se aproximou dos moradores e dos trabalhadores da região.

O que iniciou com seis parceiros se transformou, hoje, em aproximadamente 40 iniciativas culturais das mais diversas vertentes. “Acreditamos que a circulação de pessoas nos bairros traz vida e chama a atenção para os potenciais desses locais, mas também para os problemas que existem neles, como insegurança, falta de iluminação pública, coleta incipiente de lixo, depredação do patrimônio e abandono de espaços públicos. Por isso é também importante aos moradores e comerciantes desses bairros”, comenta Makiko Akao, uma das criadoras e atual coordenadora do projeto.

Elf 02Centro histórico, economia criativa e patrimônio. Eis o tripé do Circular, que também pretende chamar atenção da classe empresarial e do poder publico para o potencial econômico do centro histórico. “A maioria dos nossos parceiros trabalha com a economia criativa. Existem moradores e um Centro Histórico a ser preservado com seu Patrimônio Arquitetônico.  Tudo nos bairros da Campina, Cidade Velha e Reduto. O que precisamos é revalorizar e divulgar, dar uma significação econômica para que possa se auto sustentar. O Circular acredita que o turismo cultural e criativo é uma dessas vias”, continua a gestora.

Para este ano estão programadas cinco edições de domingo de Circular. Após a 16a edição que é realizada neste domingo, dia 2 de abril, as demais edições estão previstas para os primeiros domingos dos meses de junho, agosto, outburo e dezembro. Também serão lançadas três números da Revista Circular, criada em 2016, e está na meta de 2017, o lançamento de um edital de fomento e incentivo à cultura criativa, a fim de premiar projetos que agreguem os alicerces da economia criativa. Makiko diz que anda não há o patrocínio total do projeto, para isso.

“Já temos uma parte que conseguimos através do edital do banco da Amazônia, garantindo as três primeiras edições. Ainda falta captar os recursos de mais duas edições e para lançar o edital. Temos carta da Lei Rouanet, e gostaríamos muito de sentar com mais empresários para apresentar a proposta. Além do empresariado, também podemos aceitar doações de Pessoas Físicas, na base do incentivo fiscal”, diz.

O Circular é um projeto da sociedade civil organizada, que funciona por meio de ações e articulações de parcerias que possam trazer melhorias, revitalização e visibilidade social ao Centro Histórico da capital paraense. Nas edições dos eventos, todos os parceiros funcionam ao mesmo tempo, trazendo à tona a efervescência cultural da cidade de Belém. Cada espaço traz ações que convidam a população a se apoderar dos espaços públicos e a conhecer novas possibilidades de entretenimento em galerias, restaurantes e espaços culturais diversos, além dos museus que guardam a memória do núcleo inicial de Belém.

Coleção Circular na sustentabilidade do projeto

6Além da sombrinha, bolsa e a camiseta branca do projeto, que você já conhece, nesta edição estamos lançando em novo modelo e cor preta, a camiseta #vemcircularbelem, fortalecendo a nossa hashtag. Investimos nestes produtos, como sustentabilidade.

Sombrinha: R$ 60,00
Camiseta preta R$ 50,00
Camisa branca R$ 30,00
Bolsa R$ 15,00.

As camisetas podem ser adquiridas na Fotoativa (pretas) e Kamara Ko Galeria (pretas e brancas). Os demais produtos, na Elf Galeria, Kamara Ko Galeria, Da Tribu e Casa do Fauno. Edições limitadas. #16aediçãodocircular

Também mantemos o projeto, nestes três anos, por meio de patrocínios, apoios e parcerias. Pela Lei Rouanet, temos parte desse patrocínio do Banco da Amazônia. Contamos ainda, também pela Lei Rouanet, com Milton Kanashiro e Jorane Castro, por meio de Doação de Pessoa Física.

Este ano fechamos co-patrocínio da Rede Cultura de Comunicação, que veicula nossas chamadas, e apoio institucional do Iphan, Imprensa Oficial do Estado – IOE-PA e UFPA, por meio das Faculdades de Turismo e Geografia e NAEA. Nesta edição, entra na parceria como apoio cultural, a Aruana Filmes, que vai produzir nosso material de divulgação audiovisual. Em breve vão estrear aqui na tima line 😉

Dê um rolê pela 16ª edição

WhatsApp Image 2017-03-30 at 08.20.53A 16a edição do Circular Campina Cidade Velha, neste domingo, 2 de abril, traz como sempre, novidades. Os novos parceiros são o espaço Na Figueredo, que abrirá com promoção de discos e DVDs, na Estação das Docas, no bairro da Campina. A Casa 263, na Trav. Henrique Gurjão, no bairro do Reduto, chega híbrida. Um espaço residência, que vai abrir com programações variadas, unindo gastronomia, arte e música.

E tem ainda o Casarão Viramundo, que abriga diversos coletivos de circo, teatro e artes visuais, e o Casarão do Boneco, que também reúne coletivos de arte cênica e circo. Ambos, no bairro da Cidade Velha. Também entrou na parceria e com apoio cultural, a Aruana Filmes, que produz o material de divulgação audiovisual do projeto, como chamadas e drops que estão sendo compartilhados pelas redes sociais do Circular.

Seguem firmes e fortes com o Circular, o Coletivo Aparelho, que vai realiza a sua segunda Mostra de Contação de História no Mercado do Sal e a Associação Fotoativa, com oficinas e outras ações, fechando a programação à noite, com show da cantora Alba Maria.

Para quem curte arte, as dicas apontam para a exposição “Distopias”, de Flavya Mutran, composta por trabalhos das séries EGOSHOT, BIOSHOT e Mapas de Rorschach. Já na Elf Galeria, o público confere a exposição individual “Tempo Vivido”, do artista plástico paulistano Décio Soncini.

No Casulo Cultural, a exposição coletiva “Cuir” aborda o corpo político que comunica a não fronteira do gênero, arte como meio de expressão geradora de potência pró existir. Denuncia assassinatos contra transexuais.

O Fórum Landi, na Praça do Carmo, abre a exposição Fotografau – A cidade em formas e fluxos – Ensaio fotográfico apresentado como resultado do trabalho dos alunos na disciplina de Fotografia da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-UFPA).

O Espaço Cultural Banco da Amazônia, além da exposição “Sobre o Vazio”, de Alberto Bitar, vai também oferecer um pocket show do Trio Lobita e o Quarto Elemento, na calçada em frente à instituição, na Av. Presidente Vargas, esquina da Carlos Gomes – Sim, na cara da Praça da República, às 11h. Choro, samba, música brasileira pra levantar o astral e sair circulando.

Varidades, comidinhas e música

unnamed (1)A Casa Oiam também participa desta edição, com oficina de horta flutuante, com Thaiara Fernandesp e abre a loja Cubo. O Ateliê do Porto abre dizendo “A Casa é Sua”. Já os espaços do Sistema Integrado de Museus – MEP, Museu do Círio, Casa das Onze Janelas, Forte do Presépio, Galeria Fidanza, vão funcionar das 9h às 13h, com entrada franca.

O Bar do Rubão e o Bar Nosso Recanto, com suas iguarias e petiscos, o restaurante Retiro da Sé, com variedade de sabores e cozinha paraense, também participam da circulação.  O restaurante Dona Joana abre com cardápio de peixe, salpicão e outras delícias e música ao vivo ao meio dia, com a cantora Marina Faciola.  O Espaço Valmir Bispo também tem comidinhas, e exibe várias exposições e feira de alimentos saudáveis, abrem pela manhã e de tarde.

Já na loja porão Discosaoleo, três pocktes prometem reverberar. Ás 14h30, The Steamy Frogs (Rock Psicodélico), às 15h30, a música orgãncia de Quiure Soares (Instrumental) e às 17h00 tem José Maria Bezerra (Pop MPB Progressivo). A loja abre às 11h30 e segue recebendo o público até às 18h.

Tem mais som no Fábrika Studio onde, entre outros detalhes, vão rolar quatro pockets da pesada, com as bandas Teach Peace, às 15h, Moonges do Vietnã, 15h45, Coisa de Ninguém, 16h30 e Inferno Nuclear, às 17h15.

Moda sustentável, carimbó e literatura

17742504_1405718576153254_34601270_nA Da Tribu chega propondo variações da economia criativa, além de bate papos sobre moda e sustentabilidade na 2ª edição do #FashRevBelém, um movimento global sobre moda consciente. A Casa Velha 226 abre seu Multifário e traz o rock guitarrada experimental da banda Cravo Carbono, em uma releitura de Pio Lobato e Lázaro Magalhães.

A Casa do Fauno abre pela manhã com programação infantil, segue pelo almoço, com feijoada. Pela parte da tarde tem lançamento do livro “Histeria e Saúde Mental” (Editora: Appris), de Susette Matos, e vai em direção ao final da tarde e noite, com Batuque de Vênus, o show de carimbó jazz, de Renata Del Pinho. Brechó e livraria abertos o dia todo.

A programação completa já está no site: www.projetocircular.com.br. Passe lá e dê uma olhada para saber mais sobre os parceiros que fazem parte desta grande rede em busca de mais amor e melhorias no Centro Histórico de Belém.

Circular Campina Cidade Velha – Realização Kamara Kó Galeria e Ministério da Cultura. Patrocínio: Banco da Amazônia e Governo Federal – Lei Rouanet e Milton Kanashiro e Jorane Castro – Doação de Pessoa Física – Lei Rouanet. Co-patrocínio: Rede Cultura de Comunicação. Apoio institucional: Iphan, Imprensa Oficial do Estado e UFPA – NAEA. Apoio cultural: Aruana Filmes.

Veja toda a programação

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