O Látex e o Banco da Amazônia

GERALDO TEIXEIRA 20170703_101625-3Em plena comemoração de seus 75 anos, o Banco da Amazônia traz ao público, em seu Espaço Cultural, a exposição “Látex”, inaugurada no dia 6 de julho, reunindo obras de Geraldo Teixeira, Jorge Eiró, Marinaldo Santos, Nio Dias, Ruma de Albuquerque e Emanuel Franco. A curadoria é de Heldilene Reale. 

Aberta ao público, de segunda a sexta, das 9h às 15h, a mostra poderá ser vista também no domingo, dia 6 de agosto, no 18º Circular. Haverá neste dia visita guiada, no horário de 09h às 13h, com a participação do artista Emanuel Franco. E também está confirmado um Pocket Show com Pedro Viana, as 10h em frente ao Edifício Sede do Banco, na Presidente Vargas. Entrada franca.

Sobre a exposição e os 75 anos do Banco da Amazônia

Entre 1870 e 1920, o látex era o principal produto de riqueza da região, responsável por 25% das exportações do Brasil. Foi a necessidade de produção da borracha, que fez nascer uma das principais instituições financeiras de desenvolvimento da Amazônia – o Banco de Crédito da Borracha, com a missão de financiar a plantação de seringais nativos na Região Amazônica. Anos mais tarde, essa instituição se tornou em Banco da  Amazônia, assumindo o papel de agente financeiro da política do Governo Federal para o desenvolvimento da Amazônia Legal.

Nesta mostra, os artistas manusearam a borracha para dar formas e objetos, retratando a diversidade que este produto pode assumir, retratando exatamente o trabalho da Instituição que une pontos extremos da Amazônia continental, suas riquezas e seu povo por meio do seu trabalho creditício e incentivador através de suas políticas públicas de desenvolvimento regional sustentável.

JORGE EIRO 1Junto à mostra chega também o Memorial do Banco da Amazônia que levará à sociedade a história dos 75 anos da Instituição e a sua atuação. Quem visitar o memorial, terá em mãos e diante dos olhos instrumentos usados por seringueiros, fotos e documentos antigos, ampliando assim sua visão acerca da importância da função institucional de redução das desigualdades regionais e da inclusão social dos povos que vivem na região.

A instituição também adotou como missão desenvolver uma Amazônia Sustentável com crédito e soluções eficazes. Indo além do crédito, fomentando ainda a cultura da região, através da sua política de incentivos e patrocínios, o Banco da Amazônia contribui para o esporte, questões sociais e para o meio ambiente da toda a Amazônia.

ESPAÇO CULTURAL BANCO DA AMAZÔNIA – Av. Presidente Vargas, 800, esquina com Carlos Gomes.  Horário: 9h às 15h. No domingo de Circular, dia 6 de agosto, abre às 9h. Entrada franca.